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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Bullying

O que é bullying?

Chalita: A definição mais fácil para bullying é uma agressão à alma, é um ato de covardia que se faz repetidamente contra uma criança, um adolescente, contra um jovem. Por exemplo, uma criança que sofre preconceito na sala de aula porque é negra, gorda, é mulher ou homem; um preconceito porque alguém é estrangeiro ou tem dentes feios, mau hálito ou é pobre. O bullying, às vezes, é até um tipo de "brincadeira", mas uma brincadeira covarde, pois é sempre o mais forte fazendo com que o mais fraco sofra numa relação de sala de aula ou profissional.

Esta prática é prejudicial às crianças?

Chalita: Ele é prejudicial porque marca a vida da pessoa para sempre. Há muitos casos de jovens, em muitos países do mundo, que se matam por causa do bullying. É como essas histórias americanas de um jovem que entra no teatro e mata outros jovens e depois se mata. Isso é um tipo de culminância do bullying. É alguém que não agüentava mais sofrer, por isso acabou matando outras pessoas e destruindo a própria vida.

Quais são os tipos mais comuns?

Chalita: Os tipos mais comuns são as brincadeiras; os pequenos tapas. É um menino que não joga bola muito bem e todo mundo bate na cabeça dele. O obeso também sofre muito na escola, pois há até uma brincadeira em que a pessoa [obesa] senta e todos se levantam, como se fosse uma gangorra. Uma fofoca em que os meninos inventam alguma coisa e todo mundo fica olhando de uma forma estranha para alguém. Esses são os tipos mais comuns, mas há situações complexas que são os de violência propriamente dita. Hoje, há um tipo de bullying chamado cyberbullying, ou seja, as pessoas fazem uma filmagem ou, às vezes, uma montagem de alguma coisa ruim da vida de alguém e coloca na internet. Todos começam a ver cenas, que, muitas vezes, não são verdadeiras, mas que destroem a imagem de quem foi vitimizada na internet.

O que o senhor acha que está faltando na educação de nossas crianças?

Chalita: As famílias não estão cumprindo o papel delas. Se houvesse diálogo nas famílias, se os pais orientassem os filhos... mais do que isso, se eles dessem bons exemplos a seus filhos isso não aconteceria. Muitas vezes, as palavras comovem, mas são os exemplos que arrastam, como diz o ditado. Então, se o pai e mãe têm uma postura correta, digna, nobre, eles ajudam os filhos a ter valores. Pais religiosos que rezam e conversam juntos ajudam a acabar com o bullying tanto do agressor quanto da vítima. O problema da vítima do bullying ocorre quando ela não conta o que está acontecendo, porque tem medo dos pais; não tem diálogo em casa. Então, é algo que precisa acontecer dos dois lados: a pessoa não agride, porque aprende em casa que não deve agredir; e o outro não é uma vítima calada que sofre sozinha, porque pode contar com a amizade dos pais.

sábado, 10 de outubro de 2009

Vacinas

Caxumba: a vacina contra caxumba é produzida a partir de vírus vivos e atenuados.
É apresentada na forma individual apenas, ou associada às vacinas da rubéola e do sarampo, recebendo neste caso a denominação de vacina MMR II ou Trimovax.
A aplicação se faz pela via injetável, a partir dos 12 meses de idade, em dose única. Está indicada também para viajantes e profissionais das áreas da saúde e da educação.

Sarampo: A vacina contra sarampo deve ser aplicada a partir dos nove meses de idade pela via subcutânea, Aos 15 meses, entretanto, deve ser feito o reforço, se possível em conjunto com a vacina da rubéola e da caxumba (MMR II ou Trimovax).

Rubéola: Para diminuir a circulação do vírus da rubéola, a vacinação é muito importante, a qual é recomendada de rotina aos 15 meses de idade (vacina MMR, associada à sarampo e caxumba) e para todos os adultos que ainda não tiveram contato com a doença (vacinação de bloqueio). Gestantes não podem ser vacinadas e as mulheres vacinadas devem evitar a gestação até o mês seguinte à vacinação. Isolamento: todas as crianças e adultos devem ficar afastados de outras pessoas durante o período da doença.

Catapora: A vacina contra a Catapora(varicela) tem custo relativamente elevado. No Brasil, a vacina ainda não faz parte do Calendario Basico definido pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), não estando disponível nos Centros Municipais de Saúde para uso geral, mas pode ser encontrada na rede privada.
Se a vacina for aplicada entre o primeiro ano da criança e os doze, a dose é única. Depois dos doze anos de vida a vacina é realizada em duas doses com intervalo de 4 a 8 semanas.

Poliomielite: Existem duas vacinas disponíveis contra a poliomielite. A Sabin (oral) e Salk (injetável). A Sabin (uma homenagem a Albert Sabin, seu criador) é a vacina utilizada em imunizações de rotina no Brasil.
É administrada em três doses e um reforço. A primeira dose é oferecida aos dois meses, depois aos quatro e seis meses, o reforço deve ser aos quinze meses. É uma vacina oral; são duas gotas e é encontrada no Sistema Público de Saúde.
A Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que a criança menor de cinco anos seja vacinada em todos os dias de vacinação nacional contra a pólio.

Meningite: Há vacina contra a Meningite para os dois tipos da doença. Mas elas custam caro e não são distribuídas pelo governo.
A partir dos três meses de idade, a vacina polissacarídica oferece imunidade para o meningococo do grupo A.
A vacina conjugada para o Meningococo tipo C tem eficácia a partir dos dois meses de idade e oferece imunidade duradoura, provavelmente vitalícia. Pode ser aplicada em qualquer idade e o esquema de doses depende da idade de início da vacinação: três doses, com intervalo de 1 a 2 meses, se aplicada antes dos 12 meses e 1 dose após esta idade

Tuberculose: A vacina contra tuberculose, chamada BCG, é administrada e indicada para crianças da faixa etária de 0 a 4 anos, sendo obrigatória para as crianças menores de um ano. As crianças podem e devem ser vacinadas a partir do nascimento, de preferência no berçário, por via intradérmica

Muitas vezes uma gripe ou resfriado podem se transformar em uma pneumonia. Para tentar evitar isso, vacinas foram criadas.
Existe no mercado a vacina contra o vírus influenza e outra contra o pneumococo, que podem diminuir as chances do aparecimento das doenças causadas por estes germes.
A vacina contra a gripe se enquadra numa situação muito particular. Trata-se de uma vacina trivalente, ou seja, cobre três vírus gripais, os três mais evidentes no momento em que é utilizada.
Os vírus da gripe sofrem constante mutação. Portanto, de uma hora para outra pode surgir um vírus novo e a vacina precisa ser novamente atualizada.
A vacina é indicada preferencialmente para as pessoas de risco: crianças muito pequenas, nos primeiros dois anos de vida para os idosos acima de 60 anos, que deve ser anualmente antes de iniciar o inverno

Fonte: WWW.vacinas.org.br
WWW.cva.ufrj.com.br
WWW.guiadobebe.uol.com.br
WWW.drauziovarela.ig.com.br
WWW.abcdasaude.com.br